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(23-02-2017 às 23:23:38)

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Evolução histórica das Jóias

 

Desde sempre que o homem sentiu necessidade de se embelezar como poder de sedução e símbolo de prestígio.

Esta realidade permite-nos nos dias de hoje fazer uma viagem no tempo e analisar as características aplicadas nas jóias e no mesmo encalço apreciar as artes e ofícios de povo para povo, em diferentes épocas históricas.

A pré-história: período com uma arte muito rudimentar, faziam uso de materiais pouco nobres, como sementes e dentes de animais.

Há medida que os povos se constituíram em sociedades mais organizadas e distintas foram sendo possíveis evoluções nesta matéria, que por sua vez acabariam por marcar toda uma cultura inerente a estes.

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primeiras jóias

O povo Egípcio: tem uma arte repleta de simbolismo e misticismo, detentor de um solo rico em minérios, o Ouro, o Cobre e as gemas eram fortemente usados na respetiva joalharia.

Os Egípcios adoravam inúmeros deuses como tal, as suas jóias eram representativo de todo esse simbolismo.

Utilizavam gemas como o lápis-lazúli e o feldspato verde e turquesa.

Uma técnica explorada por este povo foi o esmalte vitrificado.

Jóias Egípcias

O povo Grego: arte influenciada pela mitologia e design com formas geométricas.

A ourivesaria Grega destaca-se a partir da Conquista de Alexandre o Grande, onde o ouro e as gemas eram encontrados em grande quantidade.

A joalharia Grega teve o seu apogeu aquando o Império Bizantino (séc. X e XI), onde adquiriu a sua vertente mais luxuosa.

O ofício da joalharia era considerado um dos mais nobres, tendo para o efeito leis para regular a actividade.

Jóias Gregas

O povo Etrusco: avançada técnica de filigrana e granulação.

Jóias Etruscas

O povo Celta: utilizavam o Bronze, o Ouro, a Prata, as contas de âmbar, o jet, o vidro e as gemas.

Larga influência de outros povos na sua técnica de trabalhar o metal que podia ser a filigrana, a fundição, o repoussé (dar relevo ao metal), a gravação no metal e o champlevé (aplicação de esmalte em depressões feitas na peça, deixando áreas de metal exposto).

Jóias Celtas

O povo Romano: começou por utilizar o ouro para financiar as guerras só mais tarde o começou a utilizar na joalharia.

A joalharia clássica romana era naturalista e figurativa, ora com traços harmoniosos e simples ora com elaborados motivos florais.

esmeralda era a gema de eleição, usada em conjunto com a pérola. Quanto a técnica em curso: granulação e o filigrana.

Jóias Romanas

Idade Média

Arte com influência religiosa cujo seu simbolismo também era usado para a diferenciação de classes sociais.

O esmalte foi a técnica que mais se destacou.

As pérolas, os rubis, as safiras, as esmeraldas e as granadas foram as gemas mais usadas numa altura em que a lapidação começa então a ser mais aprofundada.

A joalharia Eclesiástica ganha dimensão e os anéis eclesiásticos são usados até aos dias de hoje.

A burguesia utilizava anéis com monogramas gravados para a autenticação de documentos.

Surgem as primeiras corporações de ourives (as guildas).

Jóias da Idade Média

O Renascimento

A joalharia deixa de ser exclusiva do clero e passa a ser patrocinada pela burguesia.

Com a evolução de estudos como a anatomia e outras áreas, os ourives encontram bases sólidas para a reprodução de formas humanas empregues em jóias.

Com as descobertas, a Europa foi sendo abastecida de OuroPratagemas diversas.

Época de uso de muitos adornos, joalharia exuberante.

Joalharia Barroca

Joalharia Barroca

Dicotomia entre o politeísmo e o cristianismo, assim como entre a matéria e o espirito.

O Barroco pretende transmitir as emoções utilizando subtilmente técnicas de luz e de sombra, profundidade e traços de extrema elaboração conceptual (Rococó).

A América surge como inspiração, sob a forma de pássaros e flores.

Outro pormenor que vinca este período são os laços trabalhados com formas assimétricas, com materiais como o ouro, tecidos unidos com pendentes.

As pedras e as pérolas eram utilizadas em grande quantidade.

A técnica da lapidação sofre uma considerável evolução nesta altura e a cravação começa a ser muito frequente.

Jóias do renascimento

Joalharia Neoclássica

Referência principal: estilo Grego e Romano, retirando às Jóias "excessos" anteriores.

A técnica da granulação volta a estar em destaque, assim como a técnica da filigrana com o mestre castellani.

O revivalismo da joalharia greco-Romana (Etrusca) trouxe o uso moderado das gemas que surgem emolduradas com materiais como os diamantes, o ouro e pérolas.

Joalharia Neoclássica

Joalharia Art Noveau

René Lalique é a figura central da joalharia que marcou este período.

Os materiais utilizados foram o Marfim e Chifres de animais que exaltaram as linhas orgânicas da fonte de inspiração desta época, a Natureza.

Esta arte aplicada a joalharia acaba por se desvanecer a seguir a 1ª guerra mundial, por não ser pratico o seu uso.

Jóias Arte Nova

Joalharia Belle Époque

Destacam-se os joalheiros Cartier e Boucheron. Estas jóias são muito femininas com motivos de flores estilizadas com o uso da Platina como um dos materiais de eleição.

Jóias da Belle époque

Joalharia Art Decó

Com o final da guerra a joalheria art decó impõe-se com um design associado ao cubismo e a arquitectura de bauhaus.

Este estilo sofre influências Africanas e Orientais.

Figuras geométricas imperam assim como o uso de materiais pouco nobres como o caso do aço. 

Jóias arte d'cor

Após a 2ª guerra mundial a Europa começa a adoptar padrões Norte-Americanos impulsionados pelo glamour de Hollywood.

A partir dos anos 60 e 70 toda a cultura fica sedenta de novos conceitos, o design passa a ser valorizado pelo conceito em detrimento da preciosidade de materiais.

Jóias

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