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Museu do Dinheiro

 

A antiga Igreja de São Julião agora é o Museu do Dinheiro, do Banco de Portugal. Moedas e notas únicas explicam a relação do homem com o dinheiro

Museu do Dinheiro

Uma igreja do século XVII, reconstruída em estilo barroco tardio depois do terramoto de 1755, é agora um museu que dá a conhecer a história do dinheiro no mundo.

Museu do Dinheiro

O percurso expositivo apresenta centenas de exemplares raros de notas e moedas de todo o mundo, incluindo a primeira nota portuguesa e a primeira nota e a primeira moeda no Ocidente e no Oriente. 

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O Museu convive com a sede do Banco de Portugal que, em 2006 foi uma das instituições que avançou para o projeto de requalificação da Baixa Pombalina, com a recuperação de um quarteirão de prédios, do qual era proprietário, entre os quais o da antiga Igreja de São Julião que hoje acolhe o Museu do Dinheiro.

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Ao todo o Banco de Portugal investiu cerca de 25 milhões de euros.

Para o espaço de cerca de 2 mil m2, foram criadas 140 vitrinas especificamente para o Museu, tendo colaborado 50 empresas portuguesas em todo o projeto, da recuperação à criação de 12 experiências interativas e multimédia.

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Uma grande vitrina expõe tesouros numismáticos que testemunham a epopeia dos Descobrimentos, a moeda cunhada com ouro do Brasil, e ainda um objeto singular, um oban (moeda japonesa em ouro). 

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Este é um museu interativo, convidando os visitantes a cunharem uma moeda e a imprimirem uma nota com a sua própria imagem, a até a tocarem numa barra de ouro com mais de 12kg, com um valor de cerca de meio milhão de euros.

Museu do Dinheiro

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Esta encontra-se junto à bilheteira, dentro de uma casa-forte de sete toneladas, onde se guardavam as reservas de ouro do país. 

Museu do Dinheiro

O museu do dinheiro proporciona mais do que contemplação, uma relação interativa com o espaço do museu e com as peças. “O Museu tem de ser descoberto e não contemplado”. Não só se pode tocar na barra de ouro, como o próprio bilhete que é entregue à entrada o visitante pode interagir em cinco momentos do percurso com a exposição. “Que pode ser recordada em casa”, através do site do museu.

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O bilhete vem com um código de barras, que permite registar as ações do visitante na exposição, ficando disponíveis online para partilha nas redes sociais. 

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Dividido em 9 núcleos, por três pisos, no Museu pode conhecer-se a primeira moeda (reinado da Lídia, séc. VII A.C) e notas conhecidas no Oriente e Ocidente. E conhece-se muito do momento político, das dificuldades vividas do momento económico do país pelas moedas e notas expostas.

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Ficamos a saber por exemplo, que depois de Sancho II e dos seus Morabitinos (inspirados nos dinares almorávidas islâmicos) não se cunhou durante mais de um século moeda em ouro.

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Somos transportados para a turbulência política de Portugal do século XIV com o real de D. Beatriz, do qual se conhecem apenas quatro exemplares, e que terá sido cunhado em Santarém em 1384, durante a invasão militar de D. João I de Castela em defesa dos direitos de sucessão de D. Beatriz, sua mulher e herdeira da Coroa portuguesa após a morte do pai.

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E que durante a I Guerra Mundial a falta de moeda para trocos levou câmaras municipais e lojas a emitir notas para esse efeito. E conhecemos notas de todo o mundo, algumas já fora de circulação, como as do Iraque com Saddam Hussein.

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Pode cunhar uma moeda, imprimir notas com a sua cara, testar se as suas notas e moedas cumprem os requisitos do Banco de Portugal e até ver exemplares de notas falsificadas por Alves dos Reis.

Museu do Dinheiro

O Museu do Dinheiro abre de quarta-feira a sábado, das 10h às 18h. A entrada é gratuita. 

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Durante a visita ao museu ainda é possível descer ao subsolo para ver uma construção medieval -- um troço da Muralha de D. Dinis, descoberto em 2010.

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A muralha separava o Tejo da cidade medieval, e defendia-a de ataques vindos do mar. Vestigíos arqueológicos encontrados à sua volta estão agora em exposição, testemunhando a história da Lisboa ribeirinha ao longo de mais de mil anos.

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